sábado, 10 de julho de 2010

Tudo igual?

Ultimamente tenho pensado de mais em ti.
E em muita coisa.
De certa forma ainda vejo algumas coisas com os mesmos olhos que alguns anos atrás.
Mas aquele velho medo de certas coisas consegui substituir pelo fato de ter aceitado que certas coisas nunca mudam e temos que ser positivos quanto a realidade
E fico feliz.

“ando pensando em ti ultimamente, mas do que eu deveria até, eu acho
e sei lá, fico bem quando penso em ti
Feliz, sei lá
E também percebi que é impossível a gente voltar a sermos SOMENTE amigos porque vai ter sempre algo estranho
” Ela diz.

É tudo verdade.


“Amizade”

Que palavra confusa. E ela restringe tanta coisa. Coloca limites que são sempre ótimos pra um. E HORRIVEL pro outro. Sorte de quem não tem problemas com isso. Não surge um desejo, um tesão, uma paixão. Simplesmente fica aquele sentimento bom, "ah como não me imagino sem você" uma frase assim sem malicia é tão mais deliciosa.
Do que aquela incerteza que te corrói por dentro.
Acabamos pensando em algo como "o que ele quis dizer com isso"?

Tanto amor nunca foi algo natural, de certa forma. Não faz parte de nós, sermos assim tão afetivos, pelo menos comigo as coisas não assim. Hoje em dia isso ficou banal, essa coisa de “diga apenas se for verdade”. As pessoas saem por ai dizendo tudo e mais um pouco pros amigos ou pessoas que conheceram, sei lá, a alguns minutos! Dizem “eu te amo, não vivo sem você, você é tudo que eu sempre quis” e outras coisas que no fundo é só uma forma de poder desarmar a pessoa.
Não sei por que me sinto assim, quando se tem um histórico de perdas e fracassos, a mente acostuma-se a ser assim fechada.
Não gosto de cogitar a possibilidade de estar me fazendo de otário de novo e estar te incluindo nisso, logo tu. Logo eu. Por que é tão difícil?
Um certo homem já cantou uma vez “Eu preciso, você também. Todo mundo precisa de alguém.” E acho que ai que mora o perigo. Quem acha que o amor não é um sentimento perigoso, é por que nunca deu o azar (ou, quem sabe, sorte) de ter seu coração partido em pedaços, deixados ao vento pra quem sabe se juntar com o tempo ou então se separar em pedaços e quem sabe nunca mais ser o mesmo. Acontece, a mudança, o amor é inevitável. Eu considero perigoso esse sentimento de “amor” ainda mais o “instantâneo”, esse sim é mortífero. Pare e pense, olha tudo que eu, que ela, que nós, que vocês, que todo mundo já fez por causa de alguém, e me diz, o amor não é o principal suspeito?
Acho que nunca vou entender o porquê me mantenho assim escondido, na tocaia. Aprendi com meus erros, amar não é legal. Tudo bem que você conhece pessoas que amam e são felizes assim, agora eu não sei, aprendi a não aceitar tão facilmente que estou sendo amado, eu desconfio, penso em tudo que já me fizeram acreditar pra depois me fazerem de idiota, e recuo, então eu recuo e me mantenho aqui calado.
Não, eu nunca vou conseguir te culpar por eu ter me tornado assim tão diferente, eu aprendi certas coisas que não gostaria, vi muita coisa que não gostaria, e tudo me leva a crer que hoje em dia não se pode pensar muito. E como já ouvi por aí, “pensar dói”. E eu acredito de mais nisso.
A solução encontrada por mim (e não duvido que você seja ou conheça alguém que também pensa assim) é simplesmente aproveitar, me colocar em primeiro lugar. Sou eu que tenho que ouvir meus problemas vinte e quatro horas por dia, sou eu que tenho que respirar, que tenho que te ver com ele, com eles, sou eu que tenho que me manter em casa protegido, sou eu que tenho que escrever e ficar descarregando tudo isso, e nada nem ninguém vai estar ali pra viver a minha vida por mim. Eu sou apenas um em um milhão, eu sei, mas agradeço sua atenção, agradeço por me dar essa chance de viver perto de ti. Mas além de agradecer eu peço seu perdão, não consigo mais me colocar em teu lugar, não mais. Não dá pra querer fazer direito sabendo que as vezes o errado é necessário pra tu chegar onde quer chegar.
Hoje simplesmente vivo. Com sorrisos falsos ou não, dias ruins ou não, tardes frias ou não, solidão ruim ou não... Cabe somente a mim decidir como enxergar tudo e agir perante isso. E eu, estou vivendo cada segundo, e se arriscar amar você me deixa assim tão mal ou não, cabe a mim decidir se vale a pena ou não.
Tenho quase vinte anos com uma vida toda pela frente, não me vejo agora como gostaria, então escolho arriscar tudo que tenho na tentativa de ser feliz, assim como você.

Vou procurar o meu lugar, assim como todo mundo. Espero que lá possa encontrar você e sorrir. Mais uma vez, estou sem palavras.

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Time and Distance.

Complicada matemática que resulta nesse sentimento pouco conhecido chamado “saudade”.

Pouco conhecido, porém muito comum.

Eu sinto isso, sinto saudade de muita coisa.

Saudade de anos que não voltam mais, saudade de pessoas, de músicas, de momentos, de lugares, de fotos, de imagens, sons, cores, cheiros, sensações, sinto saudade de muitas coisas.
Hoje me deparei com uma figura que me chamou muito a atenção, incrível como as pessoas são capazes de passarem minutos, horas, dias, semanas, meses, ANOS, sem se ver e ainda assim guardarem essa saudade, essa lembrança e esse desejo de poder reencontrar em algum momento alguém que lhes faz falta por um motivo ou outro.
Não entendo porque o destino e a vida gostam de brincar com as pessoas, insistem muito em duas coisas chamadas tempo e distância que vive causando problemas, e traz muitas coisas negativas! Traz solidão, tristeza, vontade de sair, vontade de não sair, vontade de falar, vontade de se calar, vontade de ligar, vontade de desligar, vontade de chamar, vontade de ignorar, tudo isso porque ao mesmo tempo em que nos enchemos de alegria ao vermos alguém especial, facilmente nos vemos vazios de sentimento ao nos percebermos longe desse alguém.

Tudo que eu gostaria de dizer, quem sabe o tempo e a distancia me dão um desconto e falem por mim, eu acho que tudo é capaz de ter um lado bom e ruim, e manter a distancia de alguém, pode fazer com que quando menos esperamos... encontramos um motivo para voltar, olhar pra trás, repensar, e quem sabe até mesmo perguntar por essa pessoa, muitas vezes pode ser ruim simplesmente descobrir que com o tempo você foi esquecido, ou simplesmente deixado de lado. Você está tão longe mesmo, nem ia ligar. No fundo acho que ligaria sim, ninguém gosta de ouvir um “nossa, nem lembrava mais que éramos amigos!” ou coisas do gênero, ainda mais de alguém que já significou muito para nós, isso machuca. Não gosto de lembrar que muitas vezes minhas memórias acabaram se enfraquecendo e quando me reencontrei com um amigo que a tempos não via, simplesmente não consegui recordar nem de seu nome, por razões que talvez eu nunca acabe descobrindo, é difícil guardar o nome de todo mundo, não sou desses que sempre vai lembrar de tudo.

Mas enfim, é verdade, tempo e distancia são capazes de mudar as pessoas, pra melhor e pra pior, depende de como nós encararmos a situação.

“Foi legal te ver de novo! O que você tem feito? Vamos sair qualquer hora dessas?” é ótimo de ser ouvido, no entanto estamos longe, poderemos apenas aproveitar um momento livre ao computador para podermos dizer tudo àquilo que tem acontecido enquanto estivemos longe. Será que finalmente começo a me dar conta que você faz alguma falta? Talvez sim, talvez não, prefiro ficar quieto, não mentir, não inventar um sentimento maior do que a verdade permite dizer ou sentir.
“você estava melhor aqui perto de nós” eu poderia dizer sem medo de estar me precipitando, certas coisas simplesmente acabam não saindo como o planejado e o melhor que temos a fazer é aceitar isso, eu aceitei. E você?
Mas só porque aceitei, não quer dizer que não estou disposto a tentar me (re)aproximar de alguém que em momentos totalmente inesperados me trazem uma felicidade única.

Sinceramente, não sei mais o que dizer, você é especial, não entendo em que parte do caminho acabei meio que esquecendo disso, porém... me recordei, e estou disposto a correr atrás do tempo perdido.

Se alguém me perguntar o que achei de ter escrito isso... acho que eu diria “inútil, mas até que foi bom ter tido todo esse momento bizarro escrevendo pra você essa carta/email/mensagem/coisa.”

para _______

do arthy.

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P.S: esse texto, eu não lembro quando escrevi, tava a data ali no documento e quando mudei uns erros de gramática e salvei a data mudou então não faço mais idéia de quando escrevi, mas acho que foi ano passado ainda, e como vi que não postei isso ainda eu resolvi postar. Meu "muito obrigado" a todos que se deram o trabalho de ler até aqui. Uma boa noite, e até a próxima.

domingo, 20 de junho de 2010

Hoje eu poderia ter ficado.

Olha só onde me encontro novamente.

Acabo de retornar de uma festa. Mais especificamente uma “balada”. Ainda mais especificamente “um evento aonde ao mesmo tempo em que muitas pessoas vão pra se divertir, outras vão perder tempo e dinheiro, se estressar a troco de nada, encher a cabeça com pensamentos inúteis, tomar foras e se decepcionar consigo mesmo e (ou) com os outros que também estão lá”. Um evento onde você está tanto sujeito a voltar feliz como voltar decepcionado por ter se descolado de sua casa ou de outro lugar para um lugar desses.

Claro que tudo isso poderia ser diferente se eu fosse uma pessoa diferente, mas a pergunta é, eu quero ser uma pessoa diferente? Digo, eu quero ser uma pessoa “normal” (porque de certa forma diferente eu já sou)? Eu quero ter de passar por todos esses malditos rituais de aprovação e reprovação social e pessoal para alcançar essa maldita normalidade? Bom, eu acho que não, prefiro me manter preso a essa vidinha que eu mesmo desenvolvi e me acostumei a ter.

Poderia ser diferente se eu fosse aquele sujeito que vai na festa no intuito de apenas para se divertir, mas agora eu te lanço essa pergunta: existe alguma pessoa em sã consciência que hoje em dia vai a uma festa apenas com o intuito de se divertir “dançando” ou “socializando” sem necessariamente ter de fazer aquilo que todo mundo hoje em dia conhece como “ficar”? Tudo bem. Existem aí algumas pessoas que realmente não se incomodam nem um pouco de ir pra festa e fazer parte daqueles (que costumam serem 15% ou 20% do público) que acabam chegando e saindo sem ficar com ninguém. Mas acontece que na atualidade esse número de pessoas tem decaído muito mais.

Chato se dar conta de que mesmo essas pessoas que vão pra festa sem nenhum pensamento a respeito de “Será que vou ficar com alguém hoje? Será que alguém vai chegar em mim hoje? Como será que os guris (ou gurias) vão chegar em mim hoje? Será que vou bater o meu recorde de 50 ficadas em 1 hora?” tá, tudo bem, essa de “50 ficadas em 1 hora” foi meio idiota, mas vai saber, do jeito que andam as coisas eu não ficaria muito surpreso. Enfim, retomando o raciocínio... é chato se dar conta que mesmo essas pessoas que não se importariam de chegar em casa pensando “dancei um monte, bebi um monte, me diverti um monte e não peguei ninguém” acabam naturalmente ficando com alguém, que essas pessoas não perdem a oportunidade. Enquanto outros realmente gostariam de ter essa chance de poder curtir a festa além da parte da dança, entende? Quando decidimos ir a uma festa, não são muitos os motivos que nos levam a realmente querer isso. O primeiro grande motivo motivador é o de se divertir com os amigos (ou sozinho mesmo), o segundo pode ser o de abandonar a companhia familiar, o terceiro, “beber cair e levantar” e o quarto motivo, conhecer pessoas novas (acompanhado desse motivo, vem a opção de poder “ficar” com essas pessoas ou apenas ser amigo delas).
Viu? Em algum desses motivos comenta sobre o desejo de ir num lugar para pensar no porque as pessoas são tão diferentes em um meio, apenas para impressionar pessoas completamente desconhecidas que raramente te verão de novo e ainda por cima perigam nem te reconhecer se te virem? Ou então de ir para acabar pensando na vida (realmente lugares sobrecarregados de pessoas, e com um som relativamente alto, que impede de elas poderem conversar direito, com um espaço insuficiente para todos poderem ter lugares para sentar ou relaxar quando se sentirem cansados... é, esse é um ótimo lugar para pensar na vida... ou não).
Esses motivos não se encontram dentre os "normais" por que realmente ninguém saí de casa pensando nisso, mas que por algum motivo esses pensamentos acabam te achando até em meio a multidão, e é EXATAMENTE ASSIM que acontece comigo. Cara, as últimas festas que fui, realmente é como se a melhor parte da festa fosse a saída, e o porquê disso está mais uma vez claro aos meus olhos. Eu não sirvo para multidões, festas sobrecarregadas de pessoas completamente desconhecidas e TENSAS. Eu pessoalmente prefiro ficar em casa, chamar os amigos, ou então ir à casa de algum deles. Seria legal ter a chance de passar a noite com os amigos em alguma praça qualquer bebendo e jogando conversa fora mas a segurança das ruas não permite, se é que vocês me entendem, mais uma grande vantagem de se morar numa cidade grande (se bem que praticamente em qualquer lugar do mundo é muito difícil ter segurança o bastante pra poder ir a uma praça ou rua ficar sentado até no chão sem ter de se preocupar com assaltos ou perturbação de moradores de rua, mais conhecidos como MENDIGOS).

Interessante perceber que o período escolhido pelas pessoas para se divertir, beber, zoar, ficar e etc. é o noturno... Por que isso? Justo no horário onde as pessoas costumam pedir silencio, tranqüilidade, é a hora que as pessoas realmente fazer festa, barulho, bagunça. Isso deve ter algo a ver com o momento que o organismo está mais propenso a viver uma situação dessas (festa, balada, etc.), VAI SABER NÉ. Eu pessoalmente nem sei pra que querer contrariar isso, afinal eu também sou assim. Bebidas, eu não entendo porque as pessoas precisam disso pra se divertir e conseguir serem elas mesmas. Cigarro, eu não entendo porque as pessoas precisam disso pra demonstrar ser algo tão tosco como “descolado”, “AFUDE”, “chique”, ou SEILAMAISOQUÊ. Mas se tu fores numa festa, tão aí duas coisas que tu SEMPRE vai enxergar. Eu imagino como seria uma festa bem popular pelo público jovem onde fosse proibido o consumo e a venda de bebidas alcoólicas e proibido fumar ou vender cigarros. Pra mim isso seria ótimo, mas a questão é, será que a festa teria a mesma cara? Óbvio que uma alternativa usada pelas pessoas que iriam a essa festa seria a de fumar e beber antes, o que arruinaria completamente a idéia de ir a tal balada no seu estado mental NORMAL por assim dizer. De qualquer forma continuo pensando como seria legal ir numa festa e voltar pra casa sem estar fedendo a cigarro, e na festa não ver atirado pelos cantos pessoas passando mal por não saber beber, ou pessoas fazendo babaquices por estarem sob efeito do álcool ou alguma droga ai. Me sinto meio careta por ter essa vontade que as festas fossem coisas mais certinhas.Voltando ao assunto CIGARRO. Me indigno de mais com a quantidade de pessoas que hoje fuma, realmente é como se o normal fosse ser um fumante. O cheiro é uma merda, o gosto é (eu acho que deve ser) uma merda, a aparência do fumante também é de um merda (tá exagerei um pouco, mas em alguns casos realmente a pessoa fica com um ar de retardada mental). Sem falar nos problemas que essa bosta pode vir a te causar daqui um tempo. E é em TODO lugar, é na rua, na faculdade, no supermercado, nas saídas de shopping, nos estacionamentos, nos parques, nas praças. As pessoas desenvolveram essa maldita cultura do cigarro e chega a ter diferentes tipos pra essa merda parecer INTERESSANTE. Tem cigarro com sabor de baunilha, de menta, cigarro preto, azul, amarelo, rosa Pink, verde neon (ta, brincadeira, só tem preto e branco, no máximo as tirinhas que mostram o lado são coloridas). Pra mim isso é dar motivo pras pessoas quererem gastar dinheiro com algo completamente ridículo que vai fazer com que elas parecessam (ainda mais) ridículas.

E eu tenho certeza que qualquer pessoa não-fumante como eu sabe como é desagradável ser o único não-fumante no meio dos amigos todos fumantes. Seria tão fácil se as pessoas pudessem respeitar o teu desconforto e evitar fumar quando estivessem perto de ti. O foda é quando se está em casa com os amigos e eles resolvem fumar, e “respeitando” o teu desgosto por essa porra, eles vão até a janela da sala, a janela do quarto, na cozinha, na área de serviço, na sacada, ENFIM, em algum lugar onde tu não vai reclamar do cheiro. O ruim é que isso também é algo chato, porque entre tu ter uma pessoa fumando no teu quarto, deixando o cheiro HORRIVEL e essa fumaceira bagaceira no ar e ter de ficar esperando a pessoa ir lá fumar o cigarrinho dela enquanto tu fica sozinho no teu quarto ou na sala só esperando. Eu acho isso uma falta de respeito até, eu não entendo o lado dos fumantes porque nunca fumei nem me imagino no futuro, mas acho que eu pensaria na possibilidade de poder segurar esse desejo pra quando estivesse sozinho em casa ou na rua onde não ia depender da opinião e permissão de alguém pra poder acender o meu cigarro.
As pessoas acham que fumar cigarro e beber cerveja te coloca num nível social mais elevado, que isso é coisa de gente grande. Esse último rótulo já foi derrubado porque hoje em dia tem crianças de 10 ou 11 anos fumando já, parabéns a elas por vencerem as barreiras da diferença. Eu acho ridículo que as pessoas necessitem disso pra mostrar que são sofisticadas, adultas ou seja lá o que for. Ir no barzinho ficar apenas bebendo sua cerveja (ou até mesmo algo sem álcool como um refrigerante ou uma água) é muito mais tranqüilo do que ficar bebendo E fumando. Ok, chega de falar disso.
São 6h05 da madrugada de domingo agora, finalizo a postagem dizendo que o único ponto positivo de ter ido na skins no Cord foi que antes disso eu pude ver uma amiga pra por o papo em dia, e pude rever algumas amigas que só no Cord mesmo eu tenho a chance de ver. Por que ver aquela molecada fumando, bebendo, fazendo besteira e agindo que nem idiotas (ainda mais aqueles guris TOTALMENTE sem noção e sem senso do ridículo que vão numa balada que não tem nada a ver com o estilo deles só pra pegar as menininhas). Às vezes me espanto com as coisas que faço só pra ter a chance de ver de novo algumas pessoas que sentia saudade. Admito que ultimamente ando muito mais “pão-duro” e tentando economizar tudo e ficar me martirizando quando gasto um dinheiro sem aproveitar muito. Mas tudo bem, ter visto minhas amigas, dados umas risadas e conhecido uma ou duas pessoas novas fez valer a pena a grana gasta, voltar pra casa FEDENDO a cigarro, ter que ficar no meio de gente babaca e tensa, e ficar ouvindo músicas que não me agradam mais.

Música pro momento:

“Me deixa ficar em casa
Não, não tenho muita coisa pra fazer
Mas do alto da minha incompetência
Para o bom humor
Prefiro ficar sozinho a perder algum amigo
Com piadas sarcásticas das quais só eu vou saber rir
Por mim tudo bem se você quiser sair
Mas hoje eu, hoje eu quero ficar.

Não preciso mais do que um filme ruim
E alguma melodia amarga pra me sentir bem.

Não gosto do barulho alto quando não é distorção
E toda gente amontoada me faz sentir
Como se a solidão me perseguisse
Pelo simples prazer em me ver triste.

Em todas as vezes em que me convidaram pra sair
A melhor parte sempre foi voltar pra casa.”
(Hoje Eu Quero Ficar – Valentin)


uma boa noite, um bom dia, e uma ótima tarde a todos que conseguiram ler até aqui
um beijo e fiquem bem.



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segunda-feira, 24 de maio de 2010

Eu perdi de novo, Você perdeu de novo, NÓS perdemos de novo.

Mais uma história com um final
Mais um coração partido
Um novo fim pra um amor normal
Mais um choro sem sentido.

É, aconteceu de novo.

A menina que eu tava gostando, que pelo menos ACHAVA que estava gostando, Descobri que eu não estou mais dando muito valor.
E porque isso?
Porquê de certa forma eu não quero mais dar tanto valor, infelizmente simples assim.

Eu não estou mais me sentindo bem com a idéia de que posso vir a ter algo com ela, mesmo que seja apenas “uma ficada”, um rápido romance.
E dai me bate esse pensamento ruim de que já me expus de mais, dizendo coisas que não deveria dizer e tentando fazer acontecer algo que no fundo eu não ia gostar que acontecesse.

Resultado?
Agora ela fica me dizendo que estou ignorando ela.
Que estou “de cara” com ela sendo que “de cara” eu não estou, mas de certa forma estou ignorando.
O bom disso tudo é que ela é suficientemente madura e se eu simplesmente ignorar ela não vai dar uma de criança retardada e ficar me infernizando em busca de motivos e explicações pros meus atos.

Mas o ruim é que se eu fizer isso, a criança retardada serei EU. Por não estar simplesmente dizendo o que aconteceu, por que não tem coisa pior que tu ferir uma pessoa que não tem nada a ver com nada, que simplesmente estava ali tentando viver algo bom que a outra pessoa a fez acreditar que até então podia vir a dar certo.

Isso até pode ser entendido como uma escolha que fiz. Que escolhi amar outra pessoa e não ela, que escolhi lutar por outra pessoa e não ela. Mas eu não escolhi nada, não escolhi ninguém, estou seguindo minha vida e acabo não me metendo em caminhos os quais recém no inicio eu já sinto que não vai terminar bem.

Eu não estou arriscando como deveria, mas de certa forma não tem por que arriscar quando é obvio que teu coração vai te dar depois a mesma resposta que ta te dando agora, queira você ou não, no fim dá a mesma merda de qualquer forma.

Porque a gente tenta tanto que algo dê certo sendo que no fundo o nosso real desejo nem é o que tanto demonstramos? A gente de repente faz uma pessoa entender que gostamos e queremos muito ela e só ela, isso tudo a troco de saciar aquele desejo de ter o famoso vazio em nossas vidas, preenchido por alguém. Alguém que será mais que um amigo. Alguém que poderá fazer a diferença entre se sentir sozinho e se sentir amado, por assim dizer.

Eu sinceramente gostaria de mudar às vezes, ter um replay pra apertar e mudar tudo que disse quando descubro que mais uma vez apostei no destino e no futuro de forma errada. Mas é difícil escolher o caminho certo, é difícil ter mais uma pessoa em sua mente e que essa pessoa faz teu coração bater mais forte, a fala trancar, a respiração dificultar, e da realidade ela vem nos tirar. É difícil olhar pra essa pessoa e conseguir parar um minuto pra pensar se vale mesmo à pena, se não vai ser perda de tempo.

Seguimos o famoso instinto de acasalamento por assim dizer, e sendo do sexo masculino nós acabamos buscando (pelo menos a maioria de nós, homens) mais de uma pessoa, e isso que caga com tudo quando tu descobre que as diferenças (mesmo que poucas) da pessoa que tu depositou as esperanças de ser feliz são grandes o bastante pra te fazer DESgostar dela, sendo que no fundo no fundo tu gostaria que essa pessoa não fosse apenas mais uma. Decidi mudar de idéia tantas vezes, nunca cedo o bastante pra ninguém sair ferido, já feri muita gente nessa vida, gente que não merecia talvez, gente que não ME merecia por eu ser exigente de mais, ou desistir tão rapidamente. Descobri que desisto cedo de mais, e isso me deprime um pouco mais, me faz pensar que não sou uma pessoa muito boa. Eu acabo escolhendo não tentar mais fazer nascer algo que já devia ter nascido a muito tempo, e no fim das contas a pessoa perdeu o tempo achando que metade do que eu falava é verdade. Realmente o amor (ou simplesmente o desejo, impulso sexual, LUXÚRIA) nos cega antes mesmo de termos a chance de desviar o caminho e acabar não cruzando com tal pessoa que estava vulnerável naquele momento.

E eu particularmente só verei alguma mudança quando eu conseguir encontrar alguém que consiga persistir tanto em mim que eu deixarei de me preocupar com outras, ou quando alguém for tão difícil pra mim que realmente não vai me deixar dormir sossegado sabendo que ainda não tive minha chance de ter ela só pra mim, entende?

Como pude me tornar hoje fruto daquilo que mais tentei manter distância em toda minha vida? Tornei-me o tipo de pessoa que fala sem pensar, que arrisca mesmo sabendo inconscientemente que isso não vai dar certo. E é prova de que não me importo em ser assim o fato de que permaneço buscando alguém, ou algo que me faça sentir bem e feliz, me sentir onde deveria estar com quem deveria estar. E espero conseguir achar um dia, isso pode custar alguns corações partidos, tempo posto fora, amores jogados no lixo, esperanças queimadas e fotos apagadas, mas eu vou me dedicar achar aquela que vai fazer minha vida mudar, meu mundo parar e meu coração voltar a funcionar como desde sempre deveria funcionar, e a partir dali, está valendo.

domingo, 16 de maio de 2010

#depressãotensa

Raiva.
Angústia.
Tristeza.

Some tudo isso e talvez você consiga produzir aquele sentimento que eu entendo como #depressãotensa .

Maldito seja tudo isso, simplesmente me encontro mais uma vez nesse mesmo buraco.
De que adianta tamanha evolução, todos esses momentos pensando e chegando sempre a conclusão de que não vale a pena ficar se preocupando. Se chega uma hora que tu se desconstrói completamente e se vê na mesma postura que a dias semanas meses ou até mesmo anos atrás.
Erramos, nos impressionamos, fingimos entendimento buscando não repetir o erro, não imaginamos que cedo ou tarde aquele velho pesadelo volta a nos assombrar.
E tudo em volta das mesmas coisas, se olhar na essência do problema, verá que é sempre o mesmo fator que desencadeia toda essa merda que acontece e te deixa mal.

Beleza - conceito distorcido, conceito perdido, conhecimento desconhecido, imagem distorcida, espelho quebrado, ilusão de ótica, piada interna, sarcasmo. É tanta negatividade que influencia a mente das pessoas que se tem uma coisa que hoje em dia ninguém mais saber dizer o que realmente é (e eu me encaixo perfeitamente nesse “ninguém”) é a beleza.

Tão cegos e embasbacados a gente deixa de querer de tudo, nos tornamos terrivelmente seletivos.

Por que diabos a gente se deixa enganar tão simples? Como pode uma (ou algumas) pessoa te fazer querer mudar, sendo que antes tu nem pensava nisso já que a teu ver estava tudo bem, tudo ótimo e tudo em ordem. Sempre chega alguém ou então sempre acaba acontecendo algo que faz teu mundo girar, tu decide mudar, tu decide crescer e tomar uma forma diferente, e o pior de tudo é que nem sempre tu pára pra pensar se isso é necessário, tu tá bem assim mesmo como tu é, problema de quem não enxerga. AÍ QUE TÁ! NADA A VER! Se fosse tão fácil assim, as pessoas não estavam ai mudando o cabelo, mudando o olho, mudando o corpo, trocando de roupa, trocando de tênis, trocando de colégio, de curso, de vida, de cidade, de TUDO só pra se sentir melhor em relação ao meio, tudo isso porque as pessoas não se sentem bem com o diferente, elas simplesmente metem na cabeça um conceito de beleza e isso pra elas não tem variáveis, ela quer o fulano de tal com cabelo assim, tanto de altura, com tal cor de cabelo, e nem pára pra pensar em variáveis, em alguém completamente oposto a isso que ela queria. Me frustra o fato de ver pessoas progredindo, de ver coisas boas acontecendo com todo mundo menos comigo, de ver gente sorrindo, gente superando, gente se esforçando, gente indo atrás (ou nem isso! A felicidade escolhe ir atrás dessa pessoa) e eu aqui sentado reclamando da minha vida.
Sim, isso tudo me irrita, sua felicidade me irrita, sua satisfação me irrita, seu conforto consigo mesmo me irrita, suas namoradas me irritam, sua falta de percepção nos sentimentos dos outros me irrita. Chame de ganância, de imaturidade, de ciúme, ou inveja, ou olho-gordo, ou caralho A4, não to nem ai, eu devo ser isso tudo mesmo, não é uma declaração de fraqueza, é um toque pra todos aqueles que acham que não to nem ai pra felicidade dos outros. Ninguém se importa com o que meia dúzia de incompetentes nesse mundo tem a dizer. Ninguém quer perder tempo dando chance pra mais um abestado que se sente mal e o único que ta sempre se fudendo nesse mundo, acontece que eu tenho todos os meios de chegar a jogar na tua cara que eu estou irritado, e angustiado.

O fora que ontem já não me abalava pode me abalar hoje mil vezes mais. Eu me sinto muito forte e muito fraco ao mesmo tempo, estou pensando em mudar, no entanto sem saber por onde melhor começar. Eu tento viver o dia sorrindo e fingindo que tenho coisas melhores pra me preocupar, mas realmente ver quem NÃO merece tudo o que tem se dando bem ai e conquistando a confiança de todos e conseguindo tudo o que quer... isso só me dá mais motivos pra querer berrar pro mundo que o que mais quero é um pouco de justiça nisso tudo, quero dar a volta, quero que o destino ao menos uma vez conspire a meu favor e a favor das minhas idéias. É como se nada do que eu REALMENTE quisesse fosse dar certo, como se tudo tivesse um preço que eu não estou disposto a pagar (tanto por falta de interesse ou por impossibilidade mesmo). Toda essa historia de que o mundo gira e que um dia a gente se dá bem, pois é eu to esperando por uma luz a 19 anos e meio e nada, nada que me fizesse sentir tão vivo como eu gostaria. É uma droga isso tudo, parar pra pensar e só recordar momentos de sincera paz e felicidade em outros corpos e não no meu. É chato pensar que minha vez nunca chega que parece que ainda não achei meu canto na sombra e esse sol ainda sobre mim só castiga. É como se nada valesse tanto a pena já que no fim das contas eu acabo igual.

Se você se dá conta de que o exterior às vezes tem muito menos a oferecer do que o interior de alguém, beleza, agora pensa nisso olhando pra mim. Pensa em mim como alguém que vale a pena quebrar a cara só pra ter o meu amor ou o meu respeito. Algo que faz esse pensamento algo muito raro (quem sabe até impossível) poderia ser o fato de eu me ver como um alvo muito fácil, não é difícil eu gostar e confiar de alguém, não importa quantas vezes eu me dê mal por acreditar de mais em algumas pessoas, eu continuo mantendo as defesas baixas, com mais medo de ser rude do que de ser otário (afinal, tento fugir dessas 2 imagens que eu não quero carregar pra mim).

Pessoas boas, bonitas por fora e por dentro, que valem a pena ser conquistadas. Beleza. Agora pega essas pessoas e vai caracterizando, as melhores se encaixam nas compromissadas ou com aversão ao sexo oposto, e por ai vai até chegar no nível mais humilde, que ainda assim são colocadas na classe das “ocupadas de mais pra perder o tempo pra te dar uma chance de fazer parte da vida dela”.

Tudo bem que de uns tempos pra cá se tornou mais fácil descobrir que tem pessoas que realmente me acham algo totalmente contrario do que sou (no bom sentido!), que me chamam de lindo, de gato ou de sei lá mais o que e me deixa bem. Mas de certa forma considerar isso como alguém MUITO bom pode ser um equívoco desnecessário, pois a grande maioria das fontes são amigas intimas que realmente me acham isso tudo porque faz tempo que as conheço, não foi algo do tipo “qualquer um que te visse na rua podia pensar isso”.

Me engano, me envergonho, me exponho ao ridículo me imaginando capaz de vencer uma situação obviamente fracassada já desde o inicio.

E eu não sei, não sei mais o que fazer diante de uma realidade caótica como essa. Os bonzinhos (não! os REALMENTE bonzinhos, eu quis dizer) estão por ai se fudendo, sem conseguir quem realmente querem, sem vivenciar as experiências que realmente querem, sem realizar seus sonhos, e perdem seu tempo se lamentando ao invés de correr atrás. Os bagaceiros se dão bem em uma boa parte das situações, levam sua fatia do bolo e ficam querendo mais (o pior de tudo é que muitas vezes conseguem). Os falsos estão no topo da cadeia alimentar, por assim dizer, pois enganam todo mundo pagando de bonitinho e sincero e gentil pra poder ganhar o que quer e depois rir de ti vendo que tu acreditou, ou então vendo que o cara que faz tudo com BOAS intenções é o único que no fim acaba se fudendo.

E você acha que isso não me abala?
Obvio que abala, se pudesse eu mudava tudo, mostrava pras todo mundo que certas pessoas são mais (ou menos, BEM menos) do que aparentam ser e merecem a chance de serem analisadas. Chato lembrar que mesmo após essa analise elas continuam achando que tu não vale a pena, mas tudo bem, faz parte da realidade que já devíamos desde piá aprender a aceitar.

O que tem em mim que te afugenta? Por que esse medo de gostar de ficar um pouco mais? Esse medo de se entregar, de descobrir um mundo diferente através dos olhos de outra pessoa, de descobrir um novo amor cuja origem foi uma simples amizade (ou nem isso de tão rápido). Me julgas como mais um? Me julgas como indigno de teu amor e de teu respeito? Me tratas como qualquer um, e de fato eu provavelmente seja qualquer um. Apesar de ao rever meus pensamentos eu dificilmente acreditar ser mais um.
Isso são perguntas e comentários que talvez eu nunca saiba realmente a resposta ou consiga entender o porquê de o mundo ser assim.

Vem pra cá, me traz a felicidade, a tranqüilidade, me salva desse mundo, reacende a chama que me faz sentir vivo, me diz que tudo vai melhorar, me prova que tudo vai melhorar, faz minha vida melhorar. Seja você mesma, me conquiste, me deixa te conquistar de volta, me ajuda a provar que a felicidade não é tão complexa e que a minha simplicidade tem valor, me faz acreditar que sou tudo aquilo que gostaria de ser. Se dê a chance de viver a vida sob melhor perspectiva graças a mim.




Eu sei, eu fiz de tudo. Será que não foi o bastante? Bem, isso não depende de nós (eu e você).

Eu não tenho mais palavras.

domingo, 9 de maio de 2010

Too done up, I've said TOO MUCH.

E tudo me leva a crer que meu mundo não vai mudar.

Que essa realidade deprimente que em certos momentos me abala, não vai passar... E que isso não vai parar.

E é um sofrimento sem sentido, sem necessidade. Eu me vejo no espelho como uma figura cheia de falhas, falhas que não adianta o mundo aceitar se EU não me aceito do jeito que sou. Faço de tudo pra me manter bem, sabendo que posso ser feliz não importando um rótulo ou um pensamento completamente leviano ou leigo a respeito do que é bom ou ruim pra você ou para as outras pessoas.

Olhando pra ela eu me sinto mal, me sinto desarmado, infeliz, desanimado, desmotivado, não vejo uma possibilidade de chegar e ser tratado como eu tanto sonho, esse “tanto” realmente se torna maior quando começo a sonhar acordado. Sonhar acordado sempre foi uma coisa boa, a meu ver eu paro e penso em todas as coisas simples me fariam a pessoa mais feliz do mundo, e vejo depois que não é bem assim, que é difícil e cansativo tentar alcançar algo tão vago e passageiro como esse sentimento que tu deves conhecer como “felicidade” ou “conforto”.

Por que eu não consigo alcançar isso? Eu sei que não é difícil, mas de certa forma parece que o mundo (ou as pessoas... ou os dois mesmo) não conspira a meu favor quando algo de bom pode vir a acontecer na minha vida. E é difícil ter motivação pra sorrir e transpirar alegria e felicidade quando por dentro você se sente como um câncer que lentamente se desenvolve, te matando por dentro.

Olha, eu pessoalmente não entendo por que as pessoas se matam, mas entendo perfeitamente por que algumas simplesmente ficam cegas sem saber o que fazer pra mudar algo em suas vidas.
Se olhar no espelho pode variar entre a melhor e a pior coisa que tu pode fazer pra mudar o seu dia. Tu podes ver a sua imagem e se sentir feliz, arrogante, satisfeito, motivado a sair por aquela porta e enfrentar o mundo com a sensação de nada poder te deixar pra baixo, a sensação de que a opinião alheia será insignificante se comparada com a forma como você se vê. Mas ao mesmo tempo, pode ser o fator que vai desencadear situações ruins, te trará desconforto e tudo que tu poderás ver é aquilo que tu é e o que tu gostaria de ser (algo completamente diferente do que és agora), e obviamente vais desanimar, vai se sentir pequeno, insignificante, como se nada fosse capaz de te fazer pensar que tu és muito maior daquilo que tu cegamente diz ser, daquilo que consegues ver naquela imagem reproduzida.

Eu não me sinto bem olhando no espelho, raros são os casos que eu estou pouco me lixando ou perdendo meu tempo ligando pro que vão pensar, pois me sinto muito bem e isso nada vai mudar. É difícil querer mudar e achar uma motivação que te faça buscar essa mudança sem pensar em simplesmente parar com isso e tentar se aceitar como você é.

De nada adianta estar feliz se não há ninguém pra se compartilhar isso.

Hoje eu vi uma guria, com a mãe, curtindo o dia das mães muito feliz e eu realmente fico feliz em ver que numa realidade cheia de famílias problemáticas onde as pessoas de fato se ODEIAM e não se suportam, tem casos de pessoas que se dão super bem com seus pais e parentes e isso me faz pensar que os outros apenas deram azar em não conseguir achar o equilibro, mas tudo bem isso não vem ao caso.
Retomando o raciocínio... Olhei pra ela, muito linda, muito simples, com um ar tão único e de repente me bateu algo.

Tristeza.
Algo aconteceu pra eu chegar à conclusão de que está cada vez mais difícil tu simplesmente encontrar uma pessoa que atenda a todos (ou a maioria) dos seus gostos desejos e requisitos, e daí o motivo pelo qual comentei no ultimo post “já me acostumei a me contentar com o pior” por que na grande maioria dos casos que paro pra pensar em todas as gurias que consegui conquistar, ficar, ter alguma chance de ali surgir um relacionamento, não era bem o que eu gostaria, eu estava contente por ter alguém, mas descontente por não ser alguém que realmente atenderia as minhas necessidades no futuro, e isso acaba por fazer com que eu não queira mais nada com essa pessoa. Descobrir que aquele caso que tu tava tendo com uma guria não era por que tu realmente gostava dela e sim por que simplesmente precisava de alguém pra conversar e sair um pouco, é algo desagradável, ainda mais por que quase nunca a pessoa que passa por isso diz a verdade na hora de terminar ou então “dar um tempo” com a pessoa, pois certamente seria MUITO pior essa pessoa ouvir isso do que algo diferente que não faria ela se sentir culpada pelo fim.

Que droga, fugi de novo da minha linha de raciocínio!
Resumidamente, eu fiquei triste, desmotivado, irritado, angustiado e mal por olhar pra uma guria que certamente não daria a mínima pra mim, por eu simplesmente não estar dentro de um padrão que certos tipos de gurias (justamente o tipo que costuma me atrair mais) impõem, o que faz com que na grande maioria dos casos eu não passe daquele guri que é o AMIGO, alguém que travou na maldita FRIENDZONE ou sei lá como se diz. É isso dói, cara como isso machuca, tu se sentir assim tão pequeno e idiota. A primeira coisa que dá vontade é de mudar, dar um jeito de mudar o cabelo, o corpo, seja o que for, só pra poder conquistar alguém que tu realmente seria capaz de se apaixonar perdidamente.

No fim da história estou eu aqui sentado, conversando comigo mesmo, me perdendo em meus pensamentos imaginando o porque as pessoas chegaram a esse ponto onde é tão difícil aquela pessoa que te chamou atenção simplesmente te dar uma chance de provar que tu merece o amor dela, e isso é besteira, perder tanto tempo pensando nisso. Tem gente que vai achar que sou louco, e de fato elas estão um pouco certas, eu estou longe de ser normal. Mas cara, ficar pondo todas essas grandes MERDAS pra fora, desabafando, nossa isso expulsa demônios, e não tem coisa melhor que dias, semanas ou meses depois tu re-ler tudo que tu escreveste e pensar “CARALHO como é que eu pude me sentir assim? Que coisa patética que eu ERA”.

Afim de mudar? Pense no quanto você precisa disso pra ficar feliz, analise onde esta errando, bole planos pra alcançar seu objetivo, se desligue das opiniões alheias (só ligue pras realmente construtivas), e corra atrás sem olhar pra trás... Talvez você consiga, talvez não, vale a pena arriscar perder seu tempo com algo que daqui um tempo vai ter feito total diferença no rumo da sua vida!

É... eu podia tentar usar esse método pra mim mesmo, quem sabe funciona.


Finalizando o contato, espero que todos tenham um ótimo dia das mães, façam de tudo possível pra mãe de vocês sentir orgulho, afinal elas merecem por nos agüentar, pagar nossas contas e outras coisas, e todas as outras coisas que só mãe mesmo (tá, pai também, mas esse não é o feriado deles) faz com o “maior prazer” só pra nos ver bem (TE AMO MUITO, Mãe! Ok isso foi brega master, mas to pouco me lixando, ela merece saber disso, ae).

Grande beijo a todos, e obrigado aos MUITO pacientes que conseguiram realizar essa difícil tarefa de ler até essa ultima palavra.


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sexta-feira, 7 de maio de 2010

Despreocupado Preocupado.

Esse sou eu, ligando sempre pra opinião alheia e ao mesmo tempo estando nem ai pras merdas que vão pensar a meu respeito.

Não me deixo abalar tanto assim, mas inevitavelmente me sinto meio mal quando algo dá errado, quando cometo uma besteira, quando eu exagero e faço parecer que a besteira que fiz realmente foi uma coisa muito ruim por me importar de mais, e no fim acabo meio de cara comigo mesmo desnecessariamente. E o porquê disso tudo é a questão principal, meu caro leitor.

É difícil dizer os motivos pelo qual interajo assim, ou os motivos pelos quais eu levo tão a serio um fora ou um olhar torto de outra pessoa. Simplesmente acontece, sem controlar muito bem os meus sentimentos, eu corro atrás, arrisco, me dou mal... tudo bem, qualquer outra pessoa pensaria “ah, acontece, foda-se” mas que droga, eu não consigo ser assim, me abalo, fico pensando no por que de tudo isso, quando na real a culpa nem é minha, e sim do santo de cada um que não bateu muito bem, e isso acontece, afinal não somos obrigados a ir com a cara assim de primeira com qualquer pessoa que chega querendo conversar, mesmo que ela possa ser bonita ou pelo menos transparecer ser uma pessoa legal e interessante.

E eu me pergunto por que isso acontece comigo, como se eu realmente achasse que há uma resposta. Essa busca idiota por respostas me mantiveram mais uma vez numa volta interminável, num círculo sem fim que só me atrasa, e no fundo mesmo sabendo tudo isso eu aposto nesse improvável e deixo as coisas acontecerem.

Tudo bem, hoje eu perdi, e quem sabe amanhã posso perder também, mas não desistirei apenas por isso, eu sempre acabo dando um jeito mesmo, DE ALGUMA FORMA EU SOBREVIVO. Meio que já me acostumei a me contentar com o pior, mas não necessariamente é aquele "pior propriamente dito". Não é aquilo que eu realmente gostaria de ter ou que acontecesse... mas que de certa forma eu levo numa boa, afinal é o que no momento está ao meu alcance. Enfim, não sei se vou fazer você entender isso que acabei de falar.

Eu disse “hoje eu perdi”... Mas espera aí! O que estava em jogo para ser perdido? Ah é, quando você esta numa festa ou num show ou em qualquer outro lugar com pessoas desconhecidas que PARECEM interessante, você tenta chegar em uma simplesmente para puxar assunto e fazer amizade, para SOCIALIZAR, e essa pessoa lhe vira a cara ou simplesmente te ignora de uma forma muito especifica demonstrando total falta de interesse...bem, daí você acabou de perder o seu tempo e pagou um micão. No ponto de vista de uma pessoa NORMAL isso não é lá grande coisa, simplesmente acontece e não deveríamos nos preocupar a ponto de isso tornar a nossa noite um pouco pior... tá ai um problema chato, deixar que coisas pequenas e MEDÍOCRES possam (quase) estragar o meu dia, o meu humor ou a minha diversão do momento, e o que fazer nessas horas? Simples, NADA... Deixa passar que tentar consertar as coisas vai fazer você afundar mais na merda em tipo, 80% das situações (ou até mais).

Eu, do fundo do coração, queria poder achar a cura pra essa solidão e insegurança que bate as vezes em determinadas situações, mas no fundo não é saber curar isso, é simplesmente aprender a conviver com o fato de que isso acontece e que temos mais é que deixar a vida tomar o rumo natural da coisa, e NÃO ficar tentando SEMPRE consertar tudo e estar sempre bem e sorrindo como se a vida fosse um mar de rosas ou sei lá o que... Porém, sejamos francos, é difícil simplesmente dizer “tudo bem, vou deixar a vida rolar” quando parece (as vezes SÓ PARECE) que realmente naquela tal situação tu podia ter feito algo pra dar a volta por cima e melhorar tudo, e nisso a gente só permanece nessa interminável busca pela perfeição, por uma vida perfeita sem erros e mancadas e micos e foras e desentendimentos.

Me restou após escrever isso tudo, encerrar meus contatos e ir dormir, antes falando um pouco do que ACHO que vai ser o meu dia amanhã...Acordarei com coisas pra fazer, coisas pra pensar, um trabalho meio chatinho pra fazer, e assuntos pra resolver. De noite tem uma festa ai que não faço a mínima idéia de que fim vai levar, eu sinceramente não estou muito pilhado de ir, me surgiu outra oportunidade de ir a outro lugar, só que ainda não sei que festa vai ser, hm. Situação complicada, mas pelo menos isso quer dizer que terei um dia movimentado e de certa forma isso é bem menos frustrante do que um sábado sem nada marcado. Uma ótima noite (ou dia, ou tarde, sei lá que horas vocês vão ler isso aqui :B mas agora é matina, então...boa noite!) a todos, ótimos sonhos, e até o próximo contato!

Beeeeijos.

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